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Díli, 29 de junho de 2026 (RAFA.TL) – O Governo de Timor-Leste agradeceu hoje a todas as entidades e à população pela colaboração e respeito demonstrados durante os sete dias de Luto Nacional decretado após o falecimento do ex-Presidente da República, Francisco Guterres “Lú-Olo”.
Em conferência de imprensa no Palácio do Governo, o primeiro-ministro em exercício e Vice-Primeiro-Ministro, Mariano Assanami Sabino, destacou o comportamento exemplar do povo timorense e das instituições ao longo do período de luto.
“O povo timorense demonstrou um elevado sentido de unidade, respeito e responsabilidade neste momento de dor nacional”, afirmou.
Segundo o governante, a forte adesão popular às cerimónias fúnebres e às homenagens realizadas em todo o território nacional evidencia o reconhecimento coletivo pelo legado de Lú-Olo, figura histórica que dedicou a sua vida à luta pela independência e ao serviço do país.
Mariano Sabino deixou um agradecimento especial às FALINTIL-Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL), à Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL), às autoridades religiosas, aos profissionais de saúde, aos órgãos de comunicação social, às organizações da sociedade civil e às instituições privadas, cujo contributo considerou “essencial para garantir que todas as cerimónias decorreram com dignidade, ordem e respeito.”
“Os timorenses mostraram que sabem honrar aqueles que dedicaram a sua vida à nação”, sublinhou o Vice-Primeiro-Ministro, acrescentando que o espírito e o legado de Francisco Guterres “Lú-Olo” continuarão a inspirar a construção de um país mais unido e próspero.
O governante renovou ainda, em nome do Governo, as condolências à família enlutada.
FIM
Escrito por RafaFM
Governo agradece colaboração nacional durante luto por Lú-Olo
Fundada por Nilton e Akita nos momentos difíceis pós-referendo, a Rádio Rafa nasceu como um símbolo de esperança e reconstrução em Timor-Leste. Foi a primeira rádio a surgir após a independência, reunindo jovens, espalhando alegria e dando voz a uma nova geração, mesmo quando muitos ainda viviam em casas feitas de cinzas, após a destruição provocada pela violência que se seguiu ao referendo de 1999, no qual os timorenses decidiram pela separação da Indonésia e pela construção de um país independente e livre.
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