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CNRT questiona falta de orçamento para emissão e renovação de bilhetes de identidade

todaySetembro 29, 2026 23

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Díli, 29 de setembro de 2026 (RAFA) – A deputada Cedelizia Faria, do CNRT, questionou hoje a falta de verbas para a emissão e renovação de bilhetede identidade e solicitou que o Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2027 preste maior atenção aos problemas que afetam diretamente a população.

Na sua intervenção, a deputada manifestou preocupação com a emissão de bilhete de identidade em papel branco, em vez de num cartão adequado.

Segundo Cedelizia Faria, a questão torna-se particularmente preocupante quando os cidadãos procuram renovar os seus documentos e são informados de que não há verbas suficientes para tal.

“Depois de termos ido renovar os nossos documentos, disseram-nos que a verba é insuficiente”, afirmou.

Perante esta situação, a deputada defendeu que o OGE de 2027 deve considerar as necessidades concretas da população, sobretudo as que interferem diretamente no acesso aos documentos de identificação.

“Peço que o Orçamento do Estado para 2027 dê atenção às questões que afetam diretamente a população”, declarou Cedelizia Faria.

A deputada relacionou ainda esta questão com a existência do Fundo de Contingência no Orçamento do Estado, defendendo que este mecanismo deveria também ser capaz de responder a situações consideradas importantes para a população.

“Também atribuímos verba ao Fundo de Contingência para podermos resolver problemas como este”, afirmou.

Para Cedelizia Faria, o Fundo de Contingência não deve ser utilizado apenas para outras necessidades; deve também existir uma reserva para responder a problemas que impactam diretamente a vida dos cidadãos.

“O Fundo de Contingência não deve ser retirado apenas para outras coisas. Para o que é importante para o povo, devemos reservar esse fundo”, declarou.

A intervenção da deputada coloca, assim, a emissão e renovação de bilhetes de identidade entre os temas que, segundo a própria, devem merecer atenção na elaboração do Orçamento do Estado para 2027, sobretudo quando a população encontra dificuldades em renovar os seus documentos.

Jornalista: Miguel Caldas

Escrito por RafaFM

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