Destaque

DGArtes apoia 115 projetos de internacionalização das artes e Timor-Leste na lista de destinos

todayAgosto 26, 2026 46

Fundo
share close

Díli, 26 agosto 2026 (RAFA) – A Direção-Geral das Artes (DGArtes) de Portugal vai apoiar 115 projetos de internacionalização da arte portuguesa em 58 países, com um investimento de cerca de um milhão de euros, numa lista de destinos que inclui Timor-Leste.

Segundo nota divulgada pela DGArtes, ficaram de fora do Programa de Apoio a Projetos – Internacionalização 51 candidaturas: 41 por esgotamento das verbas disponíveis, dez por não atingirem 60% da pontuação mínima exigida, uma por incompatibilidade com apoios cumulativos e outra por desistência.

As entidades candidatas foram notificadas da decisão final, com os projetos apoiados a decorrerem entre 1 de setembro de 2026 e 28 de fevereiro de 2028.

O Brasil lidera o número de projetos apoiados, com 49, seguido de Espanha (29), Alemanha (12) e Itália (11).

Timor-Leste integra a lista mais alargada de países contemplados, ao lado de outros territórios lusófonos como Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Por área artística, a música concentra o maior número de projetos, com 46, e uma verba de 381.825,05 euros.

Segue-se o teatro, com 26 projetos e 258.560,73 euros, e a dança, com 18 projetos e 150.225,90 euros.

As artes plásticas somam nove projetos (74.788,10 euros) e o cruzamento disciplinar, oito (86.905 euros). Fotografia, circo, novos media, arquitetura e ópera dividem os restantes apoios.

Entre os projetos identificados pela DGArtes contam-se a ópera de câmara “Não há Machado que Corte”, da AREPO, o Festival Fado Brasil, da Everything is New, a passagem dos Danças Ocultas pelo Canadá e digressões da Orquestra Filarmónica Portuguesa, de Ana Lua Caiano e dos Quartetos de Cordas de Matosinhos e de Guimarães.

No caso de Timor-Leste foi apoiado o projeto FATMA, da encenadora Ana Lúcia Patrício Palminha,

O programa pretende reforçar as relações culturais com países de língua portuguesa e dinamizar a internacionalização das artes portuguesas, incluindo iniciativas bilaterais com os Emirados Árabes Unidos, a República da Coreia, Singapura e a Turquia.

FIM

Escrito por RafaFM

Avaliação

Quem Somos

Fundada por Nilton e Akita nos momentos difíceis pós-referendo, a Rádio Rafa nasceu como um símbolo de esperança e reconstrução em Timor-Leste. Foi a primeira rádio a surgir após a independência, reunindo jovens, espalhando alegria e dando voz a uma nova geração, mesmo quando muitos ainda viviam em casas feitas de cinzas, após a destruição provocada pela violência que se seguiu ao referendo de 1999, no qual os timorenses decidiram pela separação da Indonésia e pela construção de um país independente e livre.

Contactos
error: Content is protected !!