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Seul, 5 de agosto de 2026 (RAFA.TL) – O Presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, apelou ao reforço do apoio às pessoas afetadas por uma onda de calor recorde no país, classificando-a como catástrofe nacional depois de as temperaturas extremas terem sido associadas a 19 mortes.
Em Conselho de Ministros, Lee ordenou às autoridades que tomassem as medidas necessárias para proteger o quotidiano da população e inspecionassem os sistemas de energia elétrica, face ao aumento da procura de ar condicionado.
“Uma preocupação ainda maior é que as condições meteorológicas anómalas tornam altamente provável que o tempo extremo se prolongue por um período considerável”, afirmou o Presidente, que pretende uma reformulação profunda do sistema de resposta a catástrofes para lidar com condições perigosas.
Segundo a agência meteorológica sul-coreana, a cidade de Yangsan, no sudeste do país, registou 42,5 graus Celsius no domingo, a temperatura mais elevada alguma vez medida em 122 anos de observações meteorológicas.
A Administração Meteorológica da Coreia emitiu ainda, na segunda-feira, o primeiro alerta de onda de calor de sempre para partes de Seul e da vizinha província de Gyeonggi, alargando-o a toda a capital na terça-feira. Um alerta deste tipo aconselha a suspensão de atividades ao ar livre, como agricultura, desporto e trabalho em obras de construção.
A Agência de Controlo e Prevenção de Doenças da Coreia informou na terça-feira que o número de mortos associados à onda de calor subiu para 19, incluindo 13 pessoas com 80 ou mais anos. Desde 15 de maio, 2.025 pessoas sofreram doenças relacionadas com o calor em todo o país, segundo dados da agência meteorológica.
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Escrito por RafaFM
Presidente sul-coreano classifica onda de calor recorde como "catástrofe nacional" após 19 mortos
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