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Díli, 17 de junho de 2025 (RAFA.TL) – A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a União Internacional de Juízes de Língua Portuguesa (UIJLP) lançaram esta semana uma pesquisa inédita sobre a magistratura nos países de expressão portuguesa, com participação aberta até 30 de junho.
Realizado em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Económicas (Ipespe), o estudo aborda temas como independência judicial, saúde mental, segurança, condições de trabalho, tecnologia e desafios contemporâneos enfrentados pelos magistrados.
A pesquisa envolve juízes e juízas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, reunindo informações provenientes das oito associações integrantes da UIJLP.
O presidente do Conselho Executivo da UIJLP, Geraldo Dutra de Andrade Neto, considerou a iniciativa um marco na cooperação internacional entre associações de magistrados.
“Temos convicção de que os resultados serão extremamente valiosos para impulsionar mudanças positivas e fortalecer a magistratura em todos os países de expressão da língua portuguesa”, afirmou.
O responsável, que acumula as funções de secretário da AMB e secretário-geral da Secretaria de Relações Internacionais da entidade, sublinhou que a pesquisa é destinada a magistrados em atividade, aposentados e jubilados, sendo a participação voluntária.
“A mobilização das associações filiadas será fundamental para o sucesso da pesquisa”, acrescentou.
O objetivo do estudo é construir um diagnóstico abrangente sobre a realidade da magistratura nos países lusófonos, produzindo dados que contribuam para o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional e para o fortalecimento das instituições judiciais no espaço da CPLP.
Os questionários podem ser respondidos até ao dia 30 de junho.
FIM
Escrito por RafaFM
Magistratura lusófona alvo de estudo inédito sobre independência judicial e condições de trabalho
Fundada por Nilton e Akita nos momentos difíceis pós-referendo, a Rádio Rafa nasceu como um símbolo de esperança e reconstrução em Timor-Leste. Foi a primeira rádio a surgir após a independência, reunindo jovens, espalhando alegria e dando voz a uma nova geração, mesmo quando muitos ainda viviam em casas feitas de cinzas, após a destruição provocada pela violência que se seguiu ao referendo de 1999, no qual os timorenses decidiram pela separação da Indonésia e pela construção de um país independente e livre.
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